Sou Marina Gomes, nutricionista.

Eu não achava o que procurava. Então formulei.

Em 2022 me mudei para os Estados Unidos e quis ter oatmeal todo dia. Na prateleira, só achei aveia pura — que sozinha não é refeição. Ou versões prontas, com açúcar e ingredientes artificiais. Completo e sem adição de açúcares não existia. Então eu criei: AievA Oatmeal.

Marina Gomes, nutricionista e fundadora da AievA

Eu fui a primeira cliente

Demorei para desistir daquela prateleira. Voltei nela muitas vezes, virando pacote e lendo rótulo — ler rótulo é o meu trabalho — e a escolha era sempre a mesma.

De um lado, a aveia pura: honesta, barata e incompleta. Para virar refeição, ela precisava de proteína, de semente, de fruta. Cada coisa num pote, cada pote num preço, e a minha manhã virava uma montagem.

Do outro, os prontos: resolviam o meu tempo e me devolviam açúcar, junto de uma lista de ingredientes que eu não indicaria para nenhum paciente.

O terceiro pote — completo e sem adição de açúcares — simplesmente não estava ali. Era esse que eu queria comprar, e é esse que eu acabei tendo que fazer.

O consultório mostrou que não era só comigo

Em cada atendimento, a cena se repetia. Muitos alimentos, todos vendidos separadamente, e nenhum que facilitasse a rotina de quem eu atendia.

As sementes eram o retrato disso. Entravam no plano com a melhor das intenções e terminavam esquecidas no fundo do armário — porque lembrar de usar, todo dia, é mais difícil do que parece.

"Gasto tempo demais montando meu café da manhã ou meu lanche da tarde."

Ninguém falhava por falta de vontade. As pessoas falhavam porque a alimentação delas tinha ficado complicada demais.

A verdade é que a sua alimentação não precisa ser difícil.

A fórmula, feita a quatro mãos

O AievA Oatmeal nasceu a quatro mãos. Eu criei a fórmula inteira: cada ingrediente, cada quantidade e o motivo de cada um estar ali. O Alisson Borges, engenheiro de alimentos, cuidou da outra metade do problema — fazer com que aquela lista de ingredientes se tornasse um oatmeal de verdade, que se comporta igual da primeira à última colher.

Foram meses de formulação, teste e ajuste. De sabor e de textura, não só de tabela nutricional.

Nada entrou ali para encher volume. A aveia, a semente de abóbora, a chia e o psyllium trazem as fibras que auxiliam no funcionamento do intestino — e as sementes você ainda vê na colher. O whey protein concentrado é proteína completa, que auxilia na formação dos músculos e dos ossos. O magnésio é um mineral que auxilia na formação de ossos e dentes, e as vitaminas do complexo B — B1, B6 e B12 — auxiliam no metabolismo energético. No lugar do açúcar entra a estévia, adoçante natural, sem o desconforto intestinal que outros adoçantes costumam causar.

São 450 g, 10 porções de 45 g, e uma decisão por trás de cada ingrediente.

Sobre o nome

AievAAveia

AievA lido de trás pra frente tem dois sentidos, e os dois são verdade.

O primeiro é literal: é aveia, escrita ao contrário.

O segundo é o que eu quero que você sinta ao abrir o pote — que ele veio de quem entende de nutrição de trás pra frente.

O que eu quero que o AievA seja para você

Uma ponte. Se você já está na vida saudável, para continuar sem que o café da manhã seja o ponto onde tudo desanda. Se você ainda está tentando entrar, para que o começo não dependa de aprender dez coisas antes de comer uma.

Estamos juntos nessa.

— Marina Gomes, nutricionista e fundadora da AievA.

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